Por muito tempo, muitos consumidores preferiram a contratação de serviços de segurança privada no Brasil informal. O foco era o custo. O resto? Era ignorado. Autônomos, cooperativas, contratos frágeis, ausência de fiscalização. Esse cenário durou até que a Lei nº 14.967/2024 virou o jogo.
Segurança privada é coisa séria, regulada e fiscalizada.
E o que antes era uma brecha virou risco jurídico real. Contratar segurança de forma irregular pode gerar multa, responsabilização penal e danos à reputação.
O papel do contratante mudou e isso exige atenção redobrada
Não basta ter um contrato no papel. É preciso verificar:
A empresa está regularizada junto à PF?
Os profissionais estão devidamente registrados e formados por escola autorizada?
Há vínculo formal? Treinamento? Equipamentos legais?
Essas respostas não são mais detalhes administrativos. São exigências legais.
O risco de não agir é maior do que o custo de se adequar
Empresas que contratam segurança irregular hoje estão expostas a sanções. E isso não se limita à multa. Pode incluir:
Rescisão de contratos com grandes clientes.
Imagem pública arranhada.
Questionamentos em auditorias de compliance.
Dificuldade em licitações.
Ignorar a nova lei não é mais uma opção. É uma escolha e uma escolha perigosa.
Do outro lado, quem atua conforme a Lei nº 14.967/2024 ganha confiança de mercado, reforça sua governança e se posiciona como empresa comprometida com segurança real, moderna e profissional.
A nova lei não é um obstáculo. É uma proteção.
A Fenavist está ao lado de quem decide fazer a escolha certa. Nosso compromisso é com a legalidade, a valorização dos profissionais e a segurança das empresas contratantes.
Antes de contratar, pergunte:
Quem está do outro lado tem autorização da PF?
Segurança privada é coisa séria, regulada, fiscalizada, e, agora, com punição aos irregulares.
Nova Segurança Privada: Legal. Moderna. Profissional.